Que você adora ser subversiva, o mundo inteiro já sabe. Que você adora provocar, o mundo inteiro já sabe. Mas sabe de uma coisa? Por qualquer motivo você grita 'fuck you', apalpa as partes íntimas ou mostra o dedo do meio. Chega, né? Já deu. Seja mais criativa, a única coisa que você consegue demonstrar é que a senhora já está velha, tão velha quanto essas atitudes. Nós te amamos, mas assim não dá!
Ontem depois de assistir a reprise do 15 minutos, o melhor programa da MTV (com a fofura do Marcelo Adnet), não consigo parar de ouvir uma música que tocou no programa. Compartilho com vocês a deliciosa apresentação de Marvin Gaye, ao som de Let's get it on. Beijos e bom fim de semana.
Bom, por motivos de força maior não pude realizar o post do tema que tratarei a seguir na quinta-feira dia 20/11, dia da consciência negra. Sou negra, amo minha cor e tenho muito orgulho de ter ancestrais vindos da África. Juro que não quero fazer desse post um discurso político, mas juro que serei o mais breve possível. O Brasil é um país racista? Sim, é. Claro que, com mais inclusão social e mais oportunidades de crescimento essa situação vai mudar, como já está mudando (ou talvez essa seja uma visão muito romãntica da minha parte). Não é para me vangloriar, mas acabei de entrar para uma estatistica muito excludente. Cerca de 19% dos jovens brasileiros(entre negros, brancos, pardos e alienígenas)tiveram acesso ao diploma do ensino superior. E como eu gostaria que outras pessoas nas minhas condições tivessem essa mesma oportunidade. Mas, voltando ao assunto original desse post, vim compartilhar com vocês um aspecto da chamada 'cultura negra' que me incomoda profundamente. Toda vez que se ouve falar na cultura negra, todos (inclusive a mídia) imediatamente a relacionam com o hip hop. É claro que o hip hop faz parte dessa cultura, mas por favor não se esqueçam que existem outras manifestações artísticas que são universais, não são de brancos e nem negros, repito, são universais. Onde nossa etnia tem representantes simplesmente brilhantes. Das divas do Jazz ao novo presidente dos EUA. Atores fantásticos, grandes escritores e pensadores negros deram e continuam dando sua contribuição para a cultura e conhecimento mundial. Toda vez que se relaciona a beleza da comunidade negra no Brasil, rapidamente todo mundo se lembra da imitação (muitas vezes barata) dos gangsta rappers americanos ou com um bando de mulatas semi nuas desfilando no carnaval carioca. De verdade? Isso cansa! Juro que gostaria que os negros brasileiros descobrissem o seu verdadeiro valor e seus outros talentos, além de ficar jogando basquete de rua, rolando no chão feito loucos ao som de break ou esfregando a bunda na cara de turistas nórdicos no carnaval. Para aliviar o discurso político não intencional, eis um vídeo de um cantor simplesmente espetacular e chiquérrimo que eu adoro!
Estou chegando timidamente, para os que ainda não me conhecem visitem meu perfil logo ao lado. Aberta a temporada de devaneios on-line. Vivijour é um espaço onde me dou o direito de falar o que quero quando der na telha. Espero que em breve muitos de vocês visitem o meu blog, vou amar entrar em contato com vocês. Bom, vamos começar? Final de 2008, hoje é exatamente o meu último dia de faculdade. Não sei se estou triste ou feliz. Mas uma pergunta persiste e me causa calafrios: Será que vou arranjar emprego como jornalista? Ai, prefiro não pensar! Bom, dentro de exatos 25 dias acontecerá o primeiro show de Madonna no Brasil. Quer saber? Eu vou demais!!!!! Esse é o meu presente de formatura. Então para inaugurar minhas publicações on-line, nada melhor que uma musiqunha pra lá de dançante da tia: