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terça-feira, 27 de abril de 2010

Revolta Pessoal

Hoje foi um dia especialmente tenso. Mas em que eu aprendi muita coisa, a primeira delas é que na frente das pessoas existe um cargo, e por elas terem o cargo x ou y elas se sentem no direito de pisar em outro indivíduo. Não quero me estender, aí vai a música que tá me ajudando a segurar o rojão.

Canta Robbie:

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Ainda tem leitor por aí?

Pois é, que vergonha. Meses sem postar, mas a minha vida virou uma loucura: emprego novo, vida nova e planos novos... Estou renovada, cansada e muito feliz com o momento que venho vivendo. Saudade do meu cantinho... Me dá uma tristeza tão grande quando deixo o meu Vivijour desatualizado. Mas, eu voltei! Apesar da ausência eu precisava cuidar e repensar a minha vida. 2009 foi um ano muito ruim, descobri qeu sou capaz de fazer coisas que até Deus duvida.  Em compensação estou mais experimentada, apanhei muito, mas me senti muito humana e passível a erros, muitos erros, graves erros. Mas tudo serviu para o meu crescimento. Amadureci mais um pouco e na marra. Descobri que existe outra Vivi e que ela está louca para se libertar de alguns comportamentos e inseguranças. Estou soltando os bichos, estou na TPM e estou muito briguenta ultimamente. Sempre fui muito briguenta, esquentada, no sentido de luta, nunca deixei de lutar pelo que acredito e pelo que sonho. 2010 para o Vivijour começa agora. Um renascimento da Viviane está aos poucos acontecendo. Se eu pudesse escolher eu seria mais magra, mais inteligente, mais paciente, mais generosa, mais aberta. Não tem jeito, eu sou assim. Quero tudo ao mesmo tempo e agora. Entendeu? É o que tem para hoje. Bom fim de semana.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Saudades

A pior sensação que existe é a de impotência. É muito cruel ver um irmãozinho de quatro patas sofrer a ponto de não ter um fim tranquilo. E o pior, a gente não poder fazer nada. Que saudade menino... Obrigada por ter feito a vida mais feliz nos últimos nove anos...

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Regresso

 
Notícia:

Lamentavelmente foi decidida ontem pelo Supremo Tribunal Federal o STF a não obrigatoriedade do diploma universitário para o exercício do jornalismo. Por oito votos a um o pedido feito pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo (Sertesp) e pelo Ministério Público Federal (MPF) foi atendido. Dentre os argumentos apresentados sobre a  a obrigatoriedade do diploma, está um trecho da constituição de 1988 que preza pela "liberdade de expressão e a liberdade de pensamento". O Ministro do STF Gilmar Mendes comparou o exercício do jornalismo com as atividades gastronômicas. "Um excelente chefe de cozinha poderá ser formado numa faculdade de culinária, o que não legitima estarmos a exigir que toda e qualquer refeição seja feita por profissional registrado mediante diploma de curso superior nessa área." Já a advogada da Sertesp Taís Gasparian argumentou que a exigência do diploma para a profissão é inconstitucional por não exigir dos cidadãos uma formação acadêmica aprofundada. “O jornalismo é uma profissão intelectual ligada ao ramo do conhecimento humano, ligado ao domínio da linguagem, procedimentos vastos do campo de conhecimento humano, como o compromisso com a informação, a curiosidade. A obtenção dessas medidas não ocorre nos bancos de uma faculdade de jornalismo”. O presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Sérgio Murillo afirmou que não vai recorrer da decisão, pois, um recurso frente a uma decisão de um órgão supremo não reverteria o quadro desfavorável à classe. Ainda de acordo com Murillo, os 40 anos de jornalismo no Brasil sofreram um duro golpe.

Minha opinião:

Ontem, depois de acompanhar pelos telejornais a cobertura de tal julgamento, entrei na internet e encontrei a seguinte frase recém postada por minha amiga e jornalista Rafaela Freitas: " O meu diploma está a venda." Fiquei muito triste e revoltada, até queria escrever no blog, mas, acho que cuspiria morimbondos além da conta. Bom, eu e mais milhares de colegas recém - formados nos dedicamos durante quatro, cinco anos em busca de um sonho. Não aquele sonho cor - de - rosa de mudar o mundo, mas, de através da regulamentação (mais do que necessária) da profissão de comunicadores sociais apresentar ao mundo (mesmo que de maneira limitada) os defeitos e as maravilhas da vida em sociedade, e, através delas provocar a conscientização (principal ingrediente para mudanças). Todo jornalista faz parte da construção da opinião pública, e, para que isso aconteça é necessário que haja a veiculação obrigatória e responsável de informação.  Aos senhores ministros que decidiram pela extinção do diploma de jornalista que usaram dentre outros argumentos que o jornalismo não pode prejudicar a vida de um cidadão ou uma instituição, volto ao clichê das salas de aula de comunicação e lhes apresento um epsiódio bastante conhecido: o caso da Escola Base, onde alguns veículos de comunicação embarcaram irresponsavelmente nas declarações sensacionalistas do delegado Eldécio Lemos e acusou injustamente o casal Ichshiro Shimada e Maria Aparecida Shimada, os funcionários do casal Maurício e Paula Monteiro de Alvarenga e dois pais de alunos (Saulo da Costa Nunes e Mara Cristina França) de abusar sexualmente de crianças em 1994. Nesse caso, jornalistas profissionais e empresas de comunicação irresponsáveis não realizaram seu trabalho de forma devida. Em busca de vendas, furos e audiência publicaram a torto e direito inúmeras acusações. Resumo da ópera: o inquérito policial foi ARQUIVADO POR FALTA DE PROVAS. Porém, a vida dessas seis pessoas nunca mais foi a mesma Agora faço uma pergunta: Se um grupo de jornalistas profissionais que não apuraram de maneira correta as informações (erro gravíssimo) destruíram a vida de seis cidadões inocentes. O que um pseudo - jornalista com apenas "domínio da linguagem, procedimentos vastos do campo de conhecimento humano, como o compromisso com a informação, a curiosidade", não pode fazer? O conhecimento acadêmico, mais do que necessário para a formação profissional é fundamental para que um jornalista entre no mercado de trabalho com o mínimo de habilidade ética para lidar com coberturas delicadas e informações fortes. A indústria da notícia como qualquer empresa visa o lucro financeiro. O jornalismo é sim um trabalho como outro qualquer, mas, nós temos em nossas mãos informações que podem e muitas vezes prejudicam a moral e conduta de cidadãos. Minha sugestão aos senhores ministros do Supremo Tribunal Federal é que a próxima entrevista coletiva da instituição seja feita por cidadãos comuns com alguns desses requistos apresentados pela advogada Taís Gasparian. Talvez a visão dela e dos senhores mude.  A desregulamentação do jornalismo prejudica não só a disseminação de informações como também embola o meio de campo para a inserção no mercado de trabalho. Como ficará a questão dos concursos públicos? Será que os cargos de assessores de imprensa serão apenas nomeados por cargos de confiança? Nepotismo?  O que me deixa mais triste é que essa decisão tão anti-cidadania foi fruto de uma ação movida por uma entidade que deveria defender a classe com unhas e dentes.
Com profundo pesar,
Viviane Rocha - Jornalista
Mais informações clique aqui e aqui.
Caso da Escola Base:


Vìdeo II



Depois de escrever e postar com tanta raiva, vi que passaram alguns erros de gramática e pontuação que já foram corrigidos. Me perdoem!

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Tem alguém aí?

Há quanto tempo! Não tenho idéia de quantos dias fiquei sem postar no Vivijour. Melhor não contar. Tantos assuntos a serem comentados: Gripe Suína, caso Daniel Dantas, a derrota do Atlético por nada mais, nada menos que 5x0 para o Cruzeiro no primeiro jogo da final do Mineiro 2009 (o mesmo placar do ano passado inclusive). E eu não estou com vontade de falar de absolutamente nada, nadica mesmo. Não sei o que está acontecendo. Duas amigas minhas me disseram no fim de semana passado que o texto do blog não tem a minha cara, o texto não combina com o que sou. E confesso, não está realmente a minha cara. Deve ser o momento de transição que eu vivo. Estou confusa, e quando isso acontece, o meu jeito de escrever muda, até a minha letra muda (e vocês não percebem isso por motivos óbvios). Por enquanto, vocês serão cobaia do turbilhão que ando vivendo e que estão se refletindo nos meus textos. Ai, que conversa chata! Vamos dançar?


terça-feira, 31 de março de 2009

Pessoal

Prometi a mim mesma que eu não usaria o Vivijour para delírios e insanidades pessoais, mas hoje mudei de idéia e resolvi abrir uma execeção. Ando pensando ultimamente em dois sentimentos que me perseguem e que de certo modo eu insisto em alimentar: A insatisfação e a infelicidade. Não sou uma pessoa feliz, e tenho os meus motivos para não ser. Como também tenhos outros vários motivos para comemorar minha existência. Sou uma mulher com tendências depressivas e auto destrutivas, sou impaciente e ansiosa. Depois de 24, quase 25 anos coloco na balança todos os meus sonhos e realizações. Me livrei de um peso nas costas quando criança, acabei de me formar em jornalismo, a profissão dos meus sonhos (apesar de ainda não trabalhar na área, e esse sim, é um motivo de infelicidade profunda).Continuo solteira, solitária, insegura, intolerante e desesperançada. Entretanto com tantos aspectos negativos, sei o que quero da vida e mesmo que eu tenha que lutar por mais 25 anos eu vou conseguir. Claro que o preço que pago pela insistência é o não vivenciamento do presente, não tive infância,nem adolescência e meus vinte e poucos anos estão passando e não tenho muitas oportunidades de de registrá-los com bons momentos ou vivências típicas dessa idade. Cresci rápido, aprendi a sofrer cedo e descobri que em quem você mais confia e ama é quem mais te faz mal. As aparências enganam, e eu me enganei muito quando criança. Infelizmente sou rancorosa, e tantas mágoas guardadas dessa época me fazem mal. Não sei como me livrar delas. Mas sei que toda a experiência que vivi é a mistura que me fez ser quem eu sou hoje. Apesar de ser uma comunicóloga, não gosto de compartilhar as minhas dores com ninguém, acho que outras pessoas não devem carregar um Karma alheio, todos têm seus Karmas e eles já são pesados o suficiente. Não pensem que organizar minhas frustrações e expô-las está sendo fácil. Aliás, a palavra fácil não existe no meu vocabulário. Uma coisa que, definitivamente não sou é fácil de lidar. Sou desconfiada, sou fechada e sou fresca. Independente dos aspectos negativos que essas características carregam, eu gosto de ser assim e ponto final. O momento desatino termina por aqui. Todas essas palavras, (podem interpretar como bobagens, se quiserem) são para registrar uma decisão minha, pessoal e intranferível: Ser feliz. Eu vivi 25 anos, achando que quando eu tivesse isso ou aquilo eu seria feliz. O tempo passou, conquistei algumas coisas, mas definitivamente elas não me trouxeram felicidade. Se vocês se identificaram com esse texto, busquem a felicidade de vocês, pois eu já perdi 25 anos da minha vida sendo amarga e infeliz. Não quero chegar aos 50 no mesmo patamar.
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